quarta-feira, 8 de março de 2017

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Interrompendo Silêncios: Intensa Consciência Feminista - 8/março/2017

O INAU (Instituto Autonomia ) reafirma seu comprometimento com a equivalência de gênero , e contra o machismo, sexismo e misoginia. As mulheres e as não mulheres do INAU afirmam sua intensa consciência feminista e aderem ao "PARO" desse 8 de março de 2017. Ao mesmo tempo que paramos vamos continuar atuando para difundir a consciência feminista com 4 vídeos-manifestos do Projeto INTERROMPENDO SILÊNCIOS: INTENSA CONSCIÊNCIA FEMINISTA.
Esta é uma playlist com os quatro primeiros manifestos. 
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

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MOBILIZAÇÃO ESTUDANTIL 2016 - A ESCOLA COMO ESPAÇO DE FAZER POLÍTICA


terça-feira, 30 de junho de 2015

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KURUSU AMBÁ!!! KAIOWA! RESISTE!!!

O que ocorreu com os povos indígenas no passado distante, no passado recente e no presente é responsabilidade de todas as gerações, até que não mais sejam inferiorizados nem expropriados de suas terras sagradas!!

Resistir a opressão é um direito fundamental!!!

O Instituto Autonomia apoia a luta do povo Kaiowa do Tekoha Kurusu Ambá pelo direito de retorno as suas terras!!!

Compartilhando o vídeo:

sexta-feira, 26 de junho de 2015

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CONFLITO NÃO! CRIME CONTRA A HUMANIDADE E GENOCIDIO DOS POVOS INDIGENAS

Em 25 de junho de 2015, a imprensa divulga  o "conflito entre fazendeiros e índios" no Estado do Mato Grosso do Sul,
http://www.ebc.com.br/noticias/2015/06/indios-e-fazendeiros-entram-em-conflito-em-fazenda-em-mato-grosso-do-sul

Não é conflito! jogar o veiculo ou atirar com armas contra os indígenas é tentativa de assassinato, ataque intencional ao  grupo indígena que legitimamente reocupa seu território sagrado!
Isso é crime contra a humanidade!
Sendo ações que atingem intencionalmente  os povos indígenas, cuja consequência será, num futuro, o próprio extermínio do grupo indígena,  seria também crime de Genocídio!
Como são práticas sistemáticas, autorizaria, inclusive, o enquadramento pelo  Estatuto do Tribunal Penal Internacional.

O Estado de Mato Grosso do Sul já demonstrou não conseguir assegurar  a proteção a integridade física nem a ordem pública no Estado, pois fazendeiros continuam utilizando  armas e meios de intimidação  das comunidades indígenas que vivem sob sua jurisdição. Seria também caso de iniciar procedimentos para uma a representação interventiva pela Procuradoria Geral da República,  nos termos que a Constituição Federal autoriza, por grave violação a direitos humanos.

O Instituto Autonomia manifesta sua preocupação com a sistemática violação aos direitos dos povos indigenas no Estado do Mato Grosso do Sul e alerta para a ineficácia das medidas oficiais  de  "negociações" .

Garantir a permanência das comunidades do Povo Kaiowá em suas terras e territórios sagrados é um dever constitucional.

domingo, 26 de abril de 2015

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APOIO AO POVO GUARANI DA TERRA ITAKUPE NO ESTADO DE SÃO PAULO


A Constituição Brasileira de 1988, fruto de manifestação soberana do povo, declarou de modo irreversível a relativização da propriedade privada frente aos direitos territoriais indígenas.


Negar essa declaração é negar a democracia e o poder dos povos no Brasil.

O Instituto Autonomia apoia a resistência legitima do povo Guarani para permanecer em sua Terra Ancestral Itakupe ... 

O Instituto Autonomia defende a democracia radical ... nem um passo atrás ... Chega de deslocamentos forçados ...